( Este blog está sendo produzido, editado , criado pela própria Melina Viero de Moraes)
O Sítio Esquila Nativa, nada mais é do que o óbvio de um sítio qualquer; produzir coisas de sítio. Mas, o que são coisas de sítio? Acho que são frutas, verduras, hortaliças, geléias, licores, queijos, lã, quem sabe, talvez, algum embutido, patê, pães, bolos, biscoitos, artesanatos e, também, por uma questão de sanidade e sabedoria, momentos de celebração. Quando ouvimos boa música, por ex., celebramos e confraternizamos, quem sabe, até dançamos. Têmos talento!
Por falar em talento, sinto sempre curiosidade nos assuntos de casa, no ambiente íntimo das pessoas que amam a terra,o campo e amam a si mesmas e isso inclue, seus resultados. E é neste ambiente que encontrei os labores artesanais, onde aparece a conexão com tudo. A segurança.
O artesanato é a referência do equilíbrio do uso do tempo. A sanidade entre responsabilidade, realização e prazer. E é aí que, na minha concepção, surge espaço pra "arte". É bem aí. És um indivíduo completo.
O Sítio Esquila Nativa informa que tem uma pequena "galeria das artes"( pinturas feitas por mim, também) e que compactua, numa boa, com a lida diária no campo.
- Quanto tempo tu estás morando no Sítio, Melina? Bom, eu vim pro sítio no dia 17 de fevereiro de 2014.
- E quando vieste pro sítio, já era assim, como é hoje?
Quando vim pro sítio já havia esta fantástica natureza, estas coxilhas que tanto enfeitam a paisagem, esta estrada que mais parece um tour por paisagens europeias. Esse encantador ambiente já existia, sim.Também já existia o galpão no sítio, o qual ainda moro, até terminar a construção da minha casa residencial. Aquela, ao lado do galpão. A casa q construo, na verdade, precisou "abraçar" o galpão devido às furiosas tormentas e golpes de vento muito fortes. Inúmeras vezes me questionei : -Por quê preciso passar por isso? Foi então, que a casa virou um "L".
Este galpão tem muitas histórias, mas me reservarei à contar, quem sabe, em um livro. Minha avó paterna sempre me questionava; -Minha filha, quando é que tu vais escrever um livro? Me perguntava isso pela quantidade de coisas que já havia feito e ela ficava admirada e encantada com as histórias e com as boas gargalhadas que dávamos quando eu compartilhava com ela desde o último dia em havíamos nos visto. E eu sempre respondia: - Vó, um dia, talvez, vou ter que sentar e olhar pras bundas circulando na altura do meu rosto. Calma, quando essa época chegar, eu vou , talvez, escrever. Ela concordava e retrucava: - Vais te esquecer! E gargalhávamos denovo! Muitas vezes disse pra ela; - e tu, por quê não escreve, vó? E sempre a mesma resposta: - Não tenho paciência.
Hoje eu fico pensando; quem sabe, e que bom seria, se escrever livros se tornasse, também, "coisas de sítio". Quando se tem, realmente, algo à dizer (me refiro à coisas boas e úteis à vida humana e seu ambiente) é valido escrever um livro, principalmente quando não se tem outra opção, se não, olhar a bunda dos outros. Não gosto de ficar parada, acho que a vó, também, não gostava.
- E quando se têm "coisas" boas, advindas do teu tempo, trabalho e ainda do lugar que amas?
Importante que elas façam parte da lógica de todo um sistema, o qual para funcionar, necessita de graxa. Graxa esta que recebe o nome de dinheiro". Não adianta trabalhar e nunca ver a cor do dinheiro", não suporto isso. Logo, o Sítio Esquila Nativa decidiu criar uma
Quitandinha REGISTRADA
46.599.211/0001-93
O que é produzido no Sítio é administrado no Sítio, e vendido por ele mesmo, se assim o desejar. A Quitandinha no Sítio é o local das vendas dos produtos naturais do Sítio. As vendas são presenciais ou virtuais. Ah, me refiro à meu trabalho e não vender as pessoas e suas vidas. Que fique bem claro. São produtos do MEU TRABALHO.
Quando se decidirem à visitar a belíssima região rural de Viamão, entre os bairros Fiuza e Itapuã, não se esqueçam de virem adquirir as deliciosas geléias.
PS: O BECO DO JUIZ fica na metade do caminho, haverá placa informativa, mas pra garantir, pesquise:
BECO DO JUIZ OFICIAL, no Google Maps, porque se solicitarem somente Beco do Juiz, vais pra Itapuã...🧐. Tive problemas com Uber por causa disso. Já informei o Google, pensa q tiraram? Depois não sabem porque encontram tantas desconfianças e dificuldades. Esse é um bom exemplo.
Bom, deixemos os erros dos outros e, sigamos:
Fazer este passeio é uma travessia lindíssima que vale à pena ser admirada. Podes usar o ônibus Praia das Pombas Itapuã, o início do passeio sai do centro da cidade de Viamão, ou, do centro de Itapuã. Podes, também, adquirir todas estas informações no site e telefone da Empresa de Transporte Viamão. Têm o número deles lá.
Então, se fores à Viamão, aproveite pra visitar a Igreja Matriz Nossa Senhora Conceição, em estilo barroco colonial. Pesquise a história e não se perca! Ah, se vens de ônibus, precisas solicitar o Beco do Juiz. Fins de semana, este ônibus não entra no Beco do Juiz, mas solicite para descer no Beco da Quebrada e, verifique, atentamente, os horários para voltar. Pois são bem reduzidos. (Vou iniciar um movimento para instalarmos placas informativas na região). Também podes vir de Uber, a corrida do centro de Viamão até o Sítio custa em torno de R$40,00. Se estiveres de carro, a distância do centro de Viamão até o Sítio é em torno de 18km. Pode parecer complicado, mas não é. E uma dica, faça isso durante a semana. É muito mais interessante. Parece complicado, mas não é. Vou à Porto Alegre e volto, tranquilamente.
Dias de semana, o bus Praia das Pombas, te deixa na porta do Sítio, se quiseres. Pesquise horários.





















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